Maria Sharapova
quinta-feira, janeiro 27, 2005
O QUE ME ANDA A TIRAR O SONO As eleições. Mentira: o Open de Austrália. Os horários são infames, mas nem por isso resisto a ver como é que um jogo pode ser elevado a obra de arte. O ténis é o desporto individual mais completo, bonito e civilizado, porque, no seu melhor, combina tudo: técnica, capacidade física, inteligência e uma espantosa blindagem psicológica. As meias-finais desta madrugada foram disso belo exemplo: o jogo Serena Williams - Maria Sharapova (que aos 17 anos está a jogar cada vez melhor e possui a resistência mental de uma veterana) decidiu-se no radiohead das jogadoras. A motivação e a força de Serena venceram justamente (embora eu torcesse pela russa) e o factor decisivo - como sempre acontece nas melhores partidas - não foi o que se viu mas o que se não viu. E para presenciar isso, que se lixem as noites em branco.
Maria Sharapova
Maria Sharapova
terça-feira, janeiro 18, 2005
sexta-feira, janeiro 14, 2005
'PERA AÍ QUE JÁ FALAMOS A fugir ? Os ingleses a fugir ? Na bola ou socialmente ? E num texto tão, tão bom... Amanhã conversamos, rapaz. E dou-te 24 horas para te preparares.
MAIS UMA PALAVRA DO NOSSO PATROCINADOR É impressão minha, ou da hora, ou do estado, mas já me resignei ao meu destino ? Há dias voltei a excitar-me; mas a céptica utopia que mantinha está cada vez mais distante, e felizmente não só por minha culpa. O meu problema, partilho-o com o país: falta de alternativas.
quinta-feira, janeiro 13, 2005
quarta-feira, janeiro 12, 2005
BOA NOVA Enquanto não arranjo nada substancial para escrever aqui vou lendo os outros, o que muito prazer me tem dado. Um dos blogues com que tenho ganho mais tempo é o soberbo Terra da Alegria. É um blogue católico e colectivo, interessante para quem (como eu) partilhe da mesma confissão ou não. Existem discussões brilhantes - Deus e o tsunami é uma delas - e os textos dão sempre a possibilidade de questionar, sinal de quem sabe que a fé é feita de dúvidas e não de certezas. A esse respeito, veja-se os textos de Miguel Marujo sobre o divórcio (De como ninguém deve ser obrigado a viver no inferno) e de Fernando Macedo sobre a confissão (Mais de confissão). Blogues como este- ou este - dão razão a Oakeshott quando defendia que a religião é o que há de mais prático para a vida quotidiana.
terça-feira, janeiro 11, 2005
sexta-feira, dezembro 24, 2004
segunda-feira, dezembro 20, 2004
SHAKESPEARE, VERSÃO REALITY SHOW Última representação de uma peça a partir de textos de Shakespeare. No intervalo, este diálogo verídico:
- Olá. Há quanto tempo. Quem é que conheces para estar aqui ?
- Bom, a senhora Capuleto é minha namorada.E tu ?
- Sou amiga da Ofélia.
- Estás sózinha ?
- Não. Vim com o namorado do Rei Lear.
- Olá. Há quanto tempo. Quem é que conheces para estar aqui ?
- Bom, a senhora Capuleto é minha namorada.E tu ?
- Sou amiga da Ofélia.
- Estás sózinha ?
- Não. Vim com o namorado do Rei Lear.
AGORA, NO RITZ: A canção de Natal mais famosa do mundo será sobre o Natal ? Irving Berlin e White Christmas.