Late night bar philosophers, nº17
Mesmo com a sala apinhada e uma vozearia inconcebível, percebeu claramente o que ela lhe disse:«Mente-me, para que possa voltar a acreditar-te»
sexta-feira, dezembro 07, 2007
quinta-feira, dezembro 06, 2007
sexta-feira, novembro 30, 2007
quinta-feira, novembro 29, 2007
sexta-feira, novembro 23, 2007
quinta-feira, novembro 22, 2007
Eu hoje acordei um hooligan...
E como tal é bem possivel que passe por aqui e parta isso tudo. Eu avisei.
(o que me chateia é que o gajo tem toda a razão, embora só no último paragrafo. Mas é um a mais, é um a mais!)
E como tal é bem possivel que passe por aqui e parta isso tudo. Eu avisei.
(o que me chateia é que o gajo tem toda a razão, embora só no último paragrafo. Mas é um a mais, é um a mais!)
«There'll always be an England»

«There'll always be an England,
And England shall be free
If England means as much to you
As England means to me.»
(eu vi o jogo. Primeira parte desastrosa, McLaren teimoso como Scolari; segunda parte épica e jogo perdido à portuguesa. E é tudo o que quero dizer. Aconselho amigos e inimigos a tocarem este delicado assunto com a atitude do porco-espinho quando faz amor: com muito cuidadinho)

«There'll always be an England,
And England shall be free
If England means as much to you
As England means to me.»
(eu vi o jogo. Primeira parte desastrosa, McLaren teimoso como Scolari; segunda parte épica e jogo perdido à portuguesa. E é tudo o que quero dizer. Aconselho amigos e inimigos a tocarem este delicado assunto com a atitude do porco-espinho quando faz amor: com muito cuidadinho)
terça-feira, novembro 20, 2007
quarta-feira, novembro 14, 2007
«It's Sinatra's world. We just live in it"

Quem frequenta esta casa sabe bem o que o pobre autor deste blogue pensa de Frank Sinatra. E se não sabe eu digo: Sinatra é o nadador-salvador das almas à toa, o professor da arte perdida de viver.
E agora é outra coisa: é o elo perdido das amizades virtuais e das cumplicidades que nesta coisa se encontram. Por isso, tenho (já que o autor do blogue c'est moi) ainda que agradecer ao Mestre o ter encontrado parceira para pequenas marginalidades on the rocks e um pouco de álegre aproveitamento do ócio a que temos direito. Se antes já achava que a minha consócia e co-fundadora do clube acima descrito era um bocadinho de alguém que eu gostaria de ser, agora isso já não vale a pena, porque de certa maneira já somos. Façam o favor de se inscrever, ó gente de bom gosto, ó pagãos que ainda vislumbram a salvação. Responderemos a todos.
You only live once, and the way I live, once is enough.
Francis Albert Sinatra

Quem frequenta esta casa sabe bem o que o pobre autor deste blogue pensa de Frank Sinatra. E se não sabe eu digo: Sinatra é o nadador-salvador das almas à toa, o professor da arte perdida de viver.
E agora é outra coisa: é o elo perdido das amizades virtuais e das cumplicidades que nesta coisa se encontram. Por isso, tenho (já que o autor do blogue c'est moi) ainda que agradecer ao Mestre o ter encontrado parceira para pequenas marginalidades on the rocks e um pouco de álegre aproveitamento do ócio a que temos direito. Se antes já achava que a minha consócia e co-fundadora do clube acima descrito era um bocadinho de alguém que eu gostaria de ser, agora isso já não vale a pena, porque de certa maneira já somos. Façam o favor de se inscrever, ó gente de bom gosto, ó pagãos que ainda vislumbram a salvação. Responderemos a todos.
You only live once, and the way I live, once is enough.
Francis Albert Sinatra
segunda-feira, novembro 12, 2007
sexta-feira, novembro 09, 2007
LXXI
No longer mourn for me when I am dead
Than you shall hear the surly sullen bell
Give warning to the world that I am fled
From this vile world with vilest worms to dwell:
Nay, if you read this line, remember not
The hand that writ it, for I love you so,
That I in your sweet thoughts would be forgot,
If thinking on me then should make you woe.
O! if, I say, you look upon this verse,
When I perhaps compounded am with clay,
Do not so much as my poor name rehearse;
But let your love even with my life decay;
Lest the wise world should look into your moan,
And mock you with me after I am gone.
William Shakespeare
No longer mourn for me when I am dead
Than you shall hear the surly sullen bell
Give warning to the world that I am fled
From this vile world with vilest worms to dwell:
Nay, if you read this line, remember not
The hand that writ it, for I love you so,
That I in your sweet thoughts would be forgot,
If thinking on me then should make you woe.
O! if, I say, you look upon this verse,
When I perhaps compounded am with clay,
Do not so much as my poor name rehearse;
But let your love even with my life decay;
Lest the wise world should look into your moan,
And mock you with me after I am gone.
William Shakespeare
sexta-feira, novembro 02, 2007
Então agora assuntos sérios:
a célebre corrente 161, que me foi gentilmente inoculada por esta senhora e este cavalheiro. A quinta frase da página 161 de um livro que ando a ler e que me está mais geograficamente acessvel as I write é
«His eyes were heavy and dull, with a film of moisture across them and a rim of white along the lower lids»
Acredite-se ou não, é retirado do excelente Michael Palin Diaries: 1969-1979, The Python Years. É preciso gostar do registo diarístico, como eu gosto. O livro mostra, entre outras coisas, as diferentes personalidades dos Monty Python (o conciliador e pau-para -toda-a-obra Palin, o diligente e desconfiado Terry Jones, o hedonista e alcoolico atormentado Graham Chapman, o brilhante mas cauteloso Eric Idle, o perfeccionismo patológico de John Cleese, a inesperada empatia [do meu ponto de vista] de Terry Gilliam. Pelo meio há histórias familiares, episódios delirantes, diálogos ouvidos em vários lugares que são praticamente sketches, a Inglaterra dos anos 70, o clima de medo pelos atentados constantes do IRA,a relação com o sucesso e sobretudo - onde me encontro agora - o choque cultural com os Estados Unidos. Adoro o episódio em que os Python conhecem Leonard Bernstein sob os flashes de dezenas de fotógrafos e o vaidosissimo Bernstein pede a Cleese e Idle para fazerem ali parte de um sketch. Resposta imediata de Idle:
« Claro que sim, desde que nos cante um bocadinho de Beethoven»
A frase citada refere-se ao pai de Palin, que sofria de Parkinson.
a célebre corrente 161, que me foi gentilmente inoculada por esta senhora e este cavalheiro. A quinta frase da página 161 de um livro que ando a ler e que me está mais geograficamente acessvel as I write é
«His eyes were heavy and dull, with a film of moisture across them and a rim of white along the lower lids»
Acredite-se ou não, é retirado do excelente Michael Palin Diaries: 1969-1979, The Python Years. É preciso gostar do registo diarístico, como eu gosto. O livro mostra, entre outras coisas, as diferentes personalidades dos Monty Python (o conciliador e pau-para -toda-a-obra Palin, o diligente e desconfiado Terry Jones, o hedonista e alcoolico atormentado Graham Chapman, o brilhante mas cauteloso Eric Idle, o perfeccionismo patológico de John Cleese, a inesperada empatia [do meu ponto de vista] de Terry Gilliam. Pelo meio há histórias familiares, episódios delirantes, diálogos ouvidos em vários lugares que são praticamente sketches, a Inglaterra dos anos 70, o clima de medo pelos atentados constantes do IRA,a relação com o sucesso e sobretudo - onde me encontro agora - o choque cultural com os Estados Unidos. Adoro o episódio em que os Python conhecem Leonard Bernstein sob os flashes de dezenas de fotógrafos e o vaidosissimo Bernstein pede a Cleese e Idle para fazerem ali parte de um sketch. Resposta imediata de Idle:
« Claro que sim, desde que nos cante um bocadinho de Beethoven»
A frase citada refere-se ao pai de Palin, que sofria de Parkinson.

