sábado, dezembro 27, 2008
sexta-feira, dezembro 26, 2008
Discos 2008

The Age Of The Understatement, The Last Shadow Puppets

Fleet Foxes, Fleet Foxes
Portugal

À Deriva, Novembro
Canções
My mistakes were made for you, The Last Shadow Puppets: música tensa, John Barry a orquestrar para amores e humores de novos Bond. Letra assombrosa.
Lost Coastlines, Okkervil River: Belíssimas vocalizações, harmonias simples e lindas no clássico contraste formal ritmo-letra melancólica. Para durar.
Movimento Perpétuo Associativo, Deolinda: humor certeiro sobre a arte de ser português, incluido num excelente disco de estreia.
Vendaval, Camané/Dead Combo para projecto UPA. Provavelmente a melhor versão do ano.Tony de Matos estará satisfeito.
(cont.)

The Age Of The Understatement, The Last Shadow Puppets

Fleet Foxes, Fleet Foxes
Portugal
À Deriva, Novembro
Canções
My mistakes were made for you, The Last Shadow Puppets: música tensa, John Barry a orquestrar para amores e humores de novos Bond. Letra assombrosa.
Lost Coastlines, Okkervil River: Belíssimas vocalizações, harmonias simples e lindas no clássico contraste formal ritmo-letra melancólica. Para durar.
Movimento Perpétuo Associativo, Deolinda: humor certeiro sobre a arte de ser português, incluido num excelente disco de estreia.
Vendaval, Camané/Dead Combo para projecto UPA. Provavelmente a melhor versão do ano.Tony de Matos estará satisfeito.
(cont.)
quarta-feira, dezembro 24, 2008
segunda-feira, dezembro 22, 2008
Sendo assim, comecemos.
Blogues 2008
A Causa Foi Modificada
Complexidade e Contradição
Desinfeliz de Juízo
Estado Civil
Melancómico
O Jansenista
O Regabofe
Pastoral Portuguesa
Sinusite Crónica (excluindo a minha participação)
Tame The Kant (RIP)
Terapia Metatísica
Voz do Deserto
Concertos
Ana Moura (Coliseu de Lisboa)
Brandford Marsalis (EstorilJazz)
Camané (Coliseu de Lisboa)
The National (Aula Magna)
(cont.)
Blogues 2008
A Causa Foi Modificada
Complexidade e Contradição
Desinfeliz de Juízo
Estado Civil
Melancómico
O Jansenista
O Regabofe
Pastoral Portuguesa
Sinusite Crónica (excluindo a minha participação)
Tame The Kant (RIP)
Terapia Metatísica
Voz do Deserto
Concertos
Ana Moura (Coliseu de Lisboa)
Brandford Marsalis (EstorilJazz)
Camané (Coliseu de Lisboa)
The National (Aula Magna)
(cont.)
domingo, dezembro 21, 2008
quarta-feira, dezembro 17, 2008
segunda-feira, dezembro 15, 2008
domingo, dezembro 14, 2008
quinta-feira, dezembro 11, 2008
quarta-feira, dezembro 10, 2008
Engana-me que eu gosto
Aqui vamos nós outra vez: quatro rapazes vestidos de preto, cabelos curtos, clean-cut,caras fechadas entre a ascese romântico-metafísica e a dor ogival que proclamam. O som é negro, as letras sombrias e existenciais.Soa a algo familiar, claro; Manchester ou Liverpool, 1981.
Não, 2008. Os White Lies juraram a pés juntos que nunca ouviram Bunnymen ou os Teardrop Explodes antes de escreverem as suas canções, mas torna-se dificil de acreditar. Então para quem tinha nesses anos longinquos paciência, alma, dedicação e afincado mimetismo para bandas favoritas (leia-se: para quem tinha 16 anos) a coisa cheira a esturro. E para os fanáticos das vivissecções musicais, os temas dos moços são um paraíso: harmónicos de sintetizador a la Ultravox fase Midge Ure, baixo fretless depois de break de bateria cortesia Duran Duran... Podia continuar por anos.
Então o que separa os White Lies de fraudes como She Wants Revenge ou a pompa balofa dos Interpol? A solidez das canções, a sinceridade na entrega e a ilusão mais prolongada do que o costume de que estas melodias ainda não tinham sido escritas. Como esta magnífica Lose My Life, por exemplo. Engana-me que eu gosto.
Aqui vamos nós outra vez: quatro rapazes vestidos de preto, cabelos curtos, clean-cut,caras fechadas entre a ascese romântico-metafísica e a dor ogival que proclamam. O som é negro, as letras sombrias e existenciais.Soa a algo familiar, claro; Manchester ou Liverpool, 1981.
Não, 2008. Os White Lies juraram a pés juntos que nunca ouviram Bunnymen ou os Teardrop Explodes antes de escreverem as suas canções, mas torna-se dificil de acreditar. Então para quem tinha nesses anos longinquos paciência, alma, dedicação e afincado mimetismo para bandas favoritas (leia-se: para quem tinha 16 anos) a coisa cheira a esturro. E para os fanáticos das vivissecções musicais, os temas dos moços são um paraíso: harmónicos de sintetizador a la Ultravox fase Midge Ure, baixo fretless depois de break de bateria cortesia Duran Duran... Podia continuar por anos.
Então o que separa os White Lies de fraudes como She Wants Revenge ou a pompa balofa dos Interpol? A solidez das canções, a sinceridade na entrega e a ilusão mais prolongada do que o costume de que estas melodias ainda não tinham sido escritas. Como esta magnífica Lose My Life, por exemplo. Engana-me que eu gosto.






