1º de Dezembro
«O Rei é livre, nós somos livres.» (mensagem de SAR D. Duarte aqui)
segunda-feira, dezembro 01, 2008
domingo, novembro 30, 2008
sábado, novembro 29, 2008
Borgerias (1)
«Escrevi muitos poemas de amor causados por muitas mulheres. Se eu estava enamorado saíam um, dois, três poemas. Se eu tinha uma paixão motivada por um capricho extravagante, saíam-me muitos. Por vezes, abandonados pela mulher escolhida, só nos resta o prazer de estar tristes pela mulher que nos falta.»
Jorge Luís Borges
«Escrevi muitos poemas de amor causados por muitas mulheres. Se eu estava enamorado saíam um, dois, três poemas. Se eu tinha uma paixão motivada por um capricho extravagante, saíam-me muitos. Por vezes, abandonados pela mulher escolhida, só nos resta o prazer de estar tristes pela mulher que nos falta.»
Jorge Luís Borges
quinta-feira, novembro 27, 2008
quarta-feira, novembro 26, 2008
Renascidos a 25 de Novembro
As notícias da morte foram largamente exageradas. Depois de várias semanas de negociações, com árduos argumentos e perguntas fracturantes como "A que horas é que se janta?", os sinusíticos regressam, cada vez mais crónicos e mais sinusíticos. Agora é que é, que qualquer dia para ler estes rapazes vão ter de comprar o livro.
As notícias da morte foram largamente exageradas. Depois de várias semanas de negociações, com árduos argumentos e perguntas fracturantes como "A que horas é que se janta?", os sinusíticos regressam, cada vez mais crónicos e mais sinusíticos. Agora é que é, que qualquer dia para ler estes rapazes vão ter de comprar o livro.
terça-feira, novembro 25, 2008
Dos 25 a que temos de estar gratos
Depois do de Abril, este é o outro. E ainda houve tempo para há dois anos abrirmos esta casa.
Depois do de Abril, este é o outro. E ainda houve tempo para há dois anos abrirmos esta casa.
sábado, novembro 22, 2008

Song: Memory, hither come
Memory, hither come,
And tune your merry notes;
And, while upon the wind
Your music floats,
I'll pore upon the stream
Where sighing lovers dream,
And fish for fancies as they pass
Within the watery glass.
I'll drink of the clear stream,
And hear the linnet's song;
And there I'll lie and dream
The day along:
And, when night comes, I'll go
To places fit for woe,
Walking along the darken'd valley
With silent Melancholy.
William Blake
sexta-feira, novembro 21, 2008
E no meio destes dias de fancaria, dias de juntar água, dias intervalos entre o príncipio e o fim - os nossos dias - há isto. Há isto.
quarta-feira, novembro 19, 2008
Even better than the real thing

Juro que foi gerado a partir de uma fotografia minha. ficou muito melhor. Foi a tua sorte, meu querido amigo.

Juro que foi gerado a partir de uma fotografia minha. ficou muito melhor. Foi a tua sorte, meu querido amigo.
Façam favor
de visitar este blogue e colaborar. Mais do que uma boa ideia ou uma vaga esperança trata-se de gente que faz.
de visitar este blogue e colaborar. Mais do que uma boa ideia ou uma vaga esperança trata-se de gente que faz.
terça-feira, novembro 18, 2008
Pré-publicação*
Henrique não acreditava em serendipismos de espécie alguma, até ao momento em que encontrou Vera. E mesmo nessa altura continuou a não acreditar. Preferiu epifania ou milagre, 'muito mais acessível', segundo o próprio.
A ausência, é sabido, torna as presenças vividamente insuportáveis. E assim, mesmo não o querendo, Henrique foi obrigado a reviver, minuto a minuto, as estranhas condições em que conhecemos o «amor da nossa vida». Sempre bizarras, por mais banais que realmente se apresentem: um jantar de amigos, um conhecimento profissional, uma conversa nocturna. Como Henrique amou Vera, esse dia transformou-se numa saga épica e fantasiosa, em que surgiram rodeados de actores secundários num plano distante e difuso, numa terra de ninguém. Não houve frases memoráveis para assinalar um príncipio.
* a publicação própriamente dita ninguém sabe ainda se vai acontecer. Este é o inicio de algo que está em progresso e para o qual peço a colaboração dos leitores da casa e ocasionais turistas. Critiquem, sugiram, glorifiquem. Agradeço, a sério. O mail está lá em cima. Obrigado.
Henrique não acreditava em serendipismos de espécie alguma, até ao momento em que encontrou Vera. E mesmo nessa altura continuou a não acreditar. Preferiu epifania ou milagre, 'muito mais acessível', segundo o próprio.
A ausência, é sabido, torna as presenças vividamente insuportáveis. E assim, mesmo não o querendo, Henrique foi obrigado a reviver, minuto a minuto, as estranhas condições em que conhecemos o «amor da nossa vida». Sempre bizarras, por mais banais que realmente se apresentem: um jantar de amigos, um conhecimento profissional, uma conversa nocturna. Como Henrique amou Vera, esse dia transformou-se numa saga épica e fantasiosa, em que surgiram rodeados de actores secundários num plano distante e difuso, numa terra de ninguém. Não houve frases memoráveis para assinalar um príncipio.
* a publicação própriamente dita ninguém sabe ainda se vai acontecer. Este é o inicio de algo que está em progresso e para o qual peço a colaboração dos leitores da casa e ocasionais turistas. Critiquem, sugiram, glorifiquem. Agradeço, a sério. O mail está lá em cima. Obrigado.



