September Of My Years
Uma das melhores canções do Mestre, e uma muito perto do osso deste que vos escreve. Arrepiante e belíssima forma de cantar os dias que passaram. Do álbum homónimo, que deveria ser considerado património da Humanidade. Não faz mal se fecharem os olhos e levitarem.
domingo, maio 04, 2008
Em Portugal, a imprensa chamou-lhe «excêntrico».
É o que aqui se chama a quem diz o que sente e pensa e se está nas tinatas para o politicamente correcto. Perfil resumido de Boris Johnson aqui. Eu queria ter um excêntrico destes para poder votar nele.
É o que aqui se chama a quem diz o que sente e pensa e se está nas tinatas para o politicamente correcto. Perfil resumido de Boris Johnson aqui. Eu queria ter um excêntrico destes para poder votar nele.
sexta-feira, maio 02, 2008
Já não sei falar de outra coisa
É verdade que Hendry será sempre Hendry, meu caro amigo, mas não posso deixar de concordar com isto, palavra por palavra - no que de resto é um dos melhores textos deste simpático sacana. Na altura em que escrevo isto, a sessão da manhã acabou com um estrepitoso 12-4 para O'Sullivan, que parece imparável (sobretudo agora que não existem chineses para o homem se irritar). Hendry acusou a pressão e perdeu o momentum, com 8 jogos perdidos, alguns com erros evitáveis. Vai ser dificil para o 'Rolls Royce do Snooker' regressar à mesa, mas tudo é possível, sobretudo com o genial temperamento de Ronnie.
Salvaguardadas as devidas distâncias, Hendry é um Pete Sampras do snooker: perfeito em quase todas as tacadas, psicologicamente sólido, curriculo imaculado, handicaps bem disfarçados e um aproveitamento rápido e eficaz de cada jogada, a defender e a atacar. Já O'Sullivan é McEnroe no seu melhor. jogo agressivo, sempre na rede, entre o instinto e o génio, mas mais vulnerável quando diz respeito a manter a cabeça no lugar porque simplesmente se maça. Não se pode levar-lhe a mal, porque o que o que o homem nos dá é o puro prazer dele, o that's entertainment dos torneios de exibição. E ganha, e ganha. Domingo falamos mais e melhor.
É verdade que Hendry será sempre Hendry, meu caro amigo, mas não posso deixar de concordar com isto, palavra por palavra - no que de resto é um dos melhores textos deste simpático sacana. Na altura em que escrevo isto, a sessão da manhã acabou com um estrepitoso 12-4 para O'Sullivan, que parece imparável (sobretudo agora que não existem chineses para o homem se irritar). Hendry acusou a pressão e perdeu o momentum, com 8 jogos perdidos, alguns com erros evitáveis. Vai ser dificil para o 'Rolls Royce do Snooker' regressar à mesa, mas tudo é possível, sobretudo com o genial temperamento de Ronnie.
Salvaguardadas as devidas distâncias, Hendry é um Pete Sampras do snooker: perfeito em quase todas as tacadas, psicologicamente sólido, curriculo imaculado, handicaps bem disfarçados e um aproveitamento rápido e eficaz de cada jogada, a defender e a atacar. Já O'Sullivan é McEnroe no seu melhor. jogo agressivo, sempre na rede, entre o instinto e o génio, mas mais vulnerável quando diz respeito a manter a cabeça no lugar porque simplesmente se maça. Não se pode levar-lhe a mal, porque o que o que o homem nos dá é o puro prazer dele, o that's entertainment dos torneios de exibição. E ganha, e ganha. Domingo falamos mais e melhor.
terça-feira, abril 29, 2008
A vida é bela
Uma final da Champions que vai ser mais uma jornada da Premier League (de vez em quando sabe bem estar do lado da razão). Stephen Hendry MBE de regresso a si próprio e nas meias-finais do campeonato mundial de snooker. O' Sullivan a bater o recorde de maximum breaks em portentosa exibição, no mesmo evento. A Briosa já sossegada.Em baixo, banda sonora para isto tudo.
Uma final da Champions que vai ser mais uma jornada da Premier League (de vez em quando sabe bem estar do lado da razão). Stephen Hendry MBE de regresso a si próprio e nas meias-finais do campeonato mundial de snooker. O' Sullivan a bater o recorde de maximum breaks em portentosa exibição, no mesmo evento. A Briosa já sossegada.Em baixo, banda sonora para isto tudo.
quinta-feira, abril 24, 2008
quarta-feira, abril 23, 2008
The age of the understatement
Rock de guitarras western, arranjos a la John Barry distraído, tiques do melhor dos sixties: eis os The Last Shadow Puppets, de Alex Turner (Arctic Monkeys) e Miles Kane (The Rascals). Cada vez mais precisamos de dar graças a Sheffield.
(surripiado aqui, um dos meus blogues musicais preferidos)
Rock de guitarras western, arranjos a la John Barry distraído, tiques do melhor dos sixties: eis os The Last Shadow Puppets, de Alex Turner (Arctic Monkeys) e Miles Kane (The Rascals). Cada vez mais precisamos de dar graças a Sheffield.
(surripiado aqui, um dos meus blogues musicais preferidos)
Mais um candidato a líder do PSD

Mark Selby, depois de eliminado, questiona-se por que terá apenas demorado duas horas e meia numa das tacadas.
O velho Selby já foi despachado e ficou com tempo livre. O problema agora, meus amigos, é que ficam menos ódios de estimação. Enfim, o Junhui ainda mexe (por pouco, 10-9).

Mark Selby, depois de eliminado, questiona-se por que terá apenas demorado duas horas e meia numa das tacadas.
O velho Selby já foi despachado e ficou com tempo livre. O problema agora, meus amigos, é que ficam menos ódios de estimação. Enfim, o Junhui ainda mexe (por pouco, 10-9).
terça-feira, abril 22, 2008
Sentimental doppelganger
É entre a tristeza e alguma inveja que digo que está aqui o que eu gostaria de ter escrito. Pior ainda: o que acho que sou.
É entre a tristeza e alguma inveja que digo que está aqui o que eu gostaria de ter escrito. Pior ainda: o que acho que sou.
segunda-feira, abril 21, 2008
Celebremos Maio de 2008!
Mas só o dia 4, onde o trio extraordinário de comentadores que o Eurosport gostaria de ter se não tivesse lá gente melhor irá, para gaúdio e esclarecimento da populaça, dizer tudo sobre a final do Campeonato Mundial de Snooker em directo e em exclusivo. Melhor só fazendo o Ding Junhui chorar. Serviço público, é o que é. Façam favor de seguir as instruções aqui ditadas por este grande senhor do comentarismo nacional e das ex-províncias ultramarinas.
Mas só o dia 4, onde o trio extraordinário de comentadores que o Eurosport gostaria de ter se não tivesse lá gente melhor irá, para gaúdio e esclarecimento da populaça, dizer tudo sobre a final do Campeonato Mundial de Snooker em directo e em exclusivo. Melhor só fazendo o Ding Junhui chorar. Serviço público, é o que é. Façam favor de seguir as instruções aqui ditadas por este grande senhor do comentarismo nacional e das ex-províncias ultramarinas.
A propósito desta situação...
que certamente eu também vejo com muito bons olhos, é questão de combinar a coisa como deve ser. Tenho três equipas da Ilha nas meias-finais da Champions (pois, pois, não é futebol inglês, é só o que por acaso é jogado na Inglaterra) e pelo menos uma na final, o que significa ter de alugar um quartinho por cima do Hennessy's, onde irei ver os jogos. Mas pelo menos a final não escapa, nem que seja para ver o O'Sullivan fazer quatro breaks de 147 e depois ir-se embora maçado. Pode ser em tua casa?
(adorei o video do Ding Junhui. Por mim, enviava já uma cópia aos monges, para eles verem como um chinês também tem sentimentos)
que certamente eu também vejo com muito bons olhos, é questão de combinar a coisa como deve ser. Tenho três equipas da Ilha nas meias-finais da Champions (pois, pois, não é futebol inglês, é só o que por acaso é jogado na Inglaterra) e pelo menos uma na final, o que significa ter de alugar um quartinho por cima do Hennessy's, onde irei ver os jogos. Mas pelo menos a final não escapa, nem que seja para ver o O'Sullivan fazer quatro breaks de 147 e depois ir-se embora maçado. Pode ser em tua casa?
(adorei o video do Ding Junhui. Por mim, enviava já uma cópia aos monges, para eles verem como um chinês também tem sentimentos)
Obrigado, obrigado...

...a todos quantos saudaram o quinto ano de existência do Tradução Simultânea, quer por e-mail, quer por referência nos seus blogues. Para os que andam nestas vidas e sem nenhuma ordem em particular, agradeço à Carla (que video precioso, meu Deus! Fui logo ouvir o disco),ao José, o Alfredo (que reacendeu a minha paixão de adolescência pela Clare Grogan dos Altered Images), ao sempre amigo e correlegionário MacGuffin,ao educadissimo Diogo (eu não vou falar de futebol, mas Amesterdão?! Goddamn hippie...), à minha querida Kat, ao Rogério «não-tenho-medo-da virginia-woolf» Casanova e last mas meu Deus muitisssimo pouco least, à bela Margot, que está a escrever como uma deusa. Ver-nos-emos por aqui.

...a todos quantos saudaram o quinto ano de existência do Tradução Simultânea, quer por e-mail, quer por referência nos seus blogues. Para os que andam nestas vidas e sem nenhuma ordem em particular, agradeço à Carla (que video precioso, meu Deus! Fui logo ouvir o disco),ao José, o Alfredo (que reacendeu a minha paixão de adolescência pela Clare Grogan dos Altered Images), ao sempre amigo e correlegionário MacGuffin,ao educadissimo Diogo (eu não vou falar de futebol, mas Amesterdão?! Goddamn hippie...), à minha querida Kat, ao Rogério «não-tenho-medo-da virginia-woolf» Casanova e last mas meu Deus muitisssimo pouco least, à bela Margot, que está a escrever como uma deusa. Ver-nos-emos por aqui.


