Eu não queria voltar ao assunto, Carla, mas por outro lado também colocaste um video «querido» de gatinhos e isso não pode ficar sem castigo.
Pode ser que seja eu que esteja com um déficit de compreensão (não seria a primeira vez); mas o que me espantou neste texto - muito bom e melhor ainda, com razão - é o exemplo que dás para justificar a tua tese: uma das canções mais amorais e divertidas do Cole Porter, que tem tudo menos a ver com o amor ao pai biológico mas sim ao sugar-daddy: o homem mais velho, rico e casado que sustenta a amante mais nova e invariavelmente mais bonita do que a mulher do homem. Ora isto faz tudo de uma filha menos ser boa em relação a um progenitor que a gosta de ver com comportamentos exemplares à beira do celibato religioso." I simply couldn't be bad", canta a Marylin depois de flirtar descaradamente com rapazes bonitos, da sua idade mas, infelizmente - pobres. E daí o seu «amor» ao «daddy»:«C'os my daddy, he treats me so well». Um maroto, este Porter. Onde cabe aqui o teu romantismo é que assim de repente...do explain, there's an angel.
(e mais um video de gatinhos e é a guerra)
sexta-feira, março 14, 2008
quinta-feira, março 13, 2008
Sherlock goes musical
Para a querida Carla, que tem de me explicar se é por ironia perversa (not her style) ou ingenuidade que acha que My heart belongs to daddy é uma declaração de amor ao progenitor (fora isso, like the man said, tudo bem.)
Para a querida Carla, que tem de me explicar se é por ironia perversa (not her style) ou ingenuidade que acha que My heart belongs to daddy é uma declaração de amor ao progenitor (fora isso, like the man said, tudo bem.)
quarta-feira, março 12, 2008
Amigo Tiago,
só por causa disso já peguei nos meus livros outra vez. E é espantoso o tom de porteira bem informada da Kelley.

(a escolha para a melhor e pior capa da Time pode ser feita aqui. Não acho que esta seja a melhor - apenas a que mais me doeu)
só por causa disso já peguei nos meus livros outra vez. E é espantoso o tom de porteira bem informada da Kelley.

(a escolha para a melhor e pior capa da Time pode ser feita aqui. Não acho que esta seja a melhor - apenas a que mais me doeu)
segunda-feira, março 10, 2008
sexta-feira, março 07, 2008
quarta-feira, março 05, 2008
Parabéns!
Um dia falamos do meu catolicismo à Graham Greene e da subestimada importância de Eddie Van Halen .Por enquanto, continua a escrever, que eu sou fiel.
Um dia falamos do meu catolicismo à Graham Greene e da subestimada importância de Eddie Van Halen .Por enquanto, continua a escrever, que eu sou fiel.
segunda-feira, março 03, 2008
And Wittgenstein was a beery swine who was just as schloshed as Schlegel.
Para a Tatiana, pelo seu regresso mais do que desejado.
Para a Tatiana, pelo seu regresso mais do que desejado.
«You've lost that lovin' feeling»
Quer-me parecer que sempre houve alguma injustiça na apreciação deste fabuloso duo: os Righteous Brothers foram rersponsáveis por canções enormes como este You've Lost That Lovin' Feeling ou o extraordinário Unchained Melody, que infelizmente se estragou um pouco quando serviu de banda sonora a uma das mais pirosas (e icónicas) cenas de cinema - quando o fantasma de Patrick Swayze molda um jarro com Demi Moore. Mas a canção é tão boa que sobreviveu. Harmonias vocais perfeitas, copiadas pelos Beach Boys e Beatles e letras e melodias muito boas tornam os irmãos figuras a lembrar. Ou a prestar tributo engraçado, como o fez Eric Idle quando criou os Self-Righteous Brothers, cantores moralistas. Apreciem.
Quer-me parecer que sempre houve alguma injustiça na apreciação deste fabuloso duo: os Righteous Brothers foram rersponsáveis por canções enormes como este You've Lost That Lovin' Feeling ou o extraordinário Unchained Melody, que infelizmente se estragou um pouco quando serviu de banda sonora a uma das mais pirosas (e icónicas) cenas de cinema - quando o fantasma de Patrick Swayze molda um jarro com Demi Moore. Mas a canção é tão boa que sobreviveu. Harmonias vocais perfeitas, copiadas pelos Beach Boys e Beatles e letras e melodias muito boas tornam os irmãos figuras a lembrar. Ou a prestar tributo engraçado, como o fez Eric Idle quando criou os Self-Righteous Brothers, cantores moralistas. Apreciem.
terça-feira, fevereiro 26, 2008
segunda-feira, fevereiro 25, 2008
sexta-feira, fevereiro 22, 2008
Eu tinha escrito «provavelmente»
no post mesmo aqui em baixo. Mas já lá cantava o outro, «there's always someone, somewhere, with a big nose who knows» e a coisa correu-me mal. Neste caso foi o meu bom amigo Diogo aka o Torgal que resolveu estragar a festa. Leia-se:
«Na saudosa época de 1969/70, quando ainda mandávamos nesta porra toda, 'uma moeda ao ar decidiu a favor do Celtic, no Estádio da Luz, a passagem à segunda eliminatória da Taça dos Clubes Campeões Europeus. Golos de Tommy Gemmell, Willie Wallace e Harry Hood deram expressão ao triunfo de 3-0 do Celtic na primeira mão, em Glasgow, mas o Benfica ganhou em Lisboa pelo mesmo resultado, com golos de Eusébio (=Deus), Jaime Graça e Diamantino Costa. A moeda ao ar colocou o Celtic na fase seguinte da prova, onde o clube escocês chegaria à final, perdida depois perante o Feyenoord, por 2-1'».
É evidente que se trata de um pobre diabo benfiquista, e só por esse facto merece simpatia. A época referida foi particularmente maçadora para a Académica, que depois de uma final da Taça perdida para a Luz perdeu o campeonato para Eusébio, ficando em segundo lugar. (Estou a falar de cor, se houver alguém para me corrigir melhor).
E pronto, afinal há dois clubes que foram eliminados por moeda ao ar. Big deal. Não me retira a snobeira. E no caso do Benfica actual, até acho que a decisão de jogos por moeda ao ar aumentaria as suas hipóteses de vitória em cinquenta por cento.
no post mesmo aqui em baixo. Mas já lá cantava o outro, «there's always someone, somewhere, with a big nose who knows» e a coisa correu-me mal. Neste caso foi o meu bom amigo Diogo aka o Torgal que resolveu estragar a festa. Leia-se:
«Na saudosa época de 1969/70, quando ainda mandávamos nesta porra toda, 'uma moeda ao ar decidiu a favor do Celtic, no Estádio da Luz, a passagem à segunda eliminatória da Taça dos Clubes Campeões Europeus. Golos de Tommy Gemmell, Willie Wallace e Harry Hood deram expressão ao triunfo de 3-0 do Celtic na primeira mão, em Glasgow, mas o Benfica ganhou em Lisboa pelo mesmo resultado, com golos de Eusébio (=Deus), Jaime Graça e Diamantino Costa. A moeda ao ar colocou o Celtic na fase seguinte da prova, onde o clube escocês chegaria à final, perdida depois perante o Feyenoord, por 2-1'».
É evidente que se trata de um pobre diabo benfiquista, e só por esse facto merece simpatia. A época referida foi particularmente maçadora para a Académica, que depois de uma final da Taça perdida para a Luz perdeu o campeonato para Eusébio, ficando em segundo lugar. (Estou a falar de cor, se houver alguém para me corrigir melhor).
E pronto, afinal há dois clubes que foram eliminados por moeda ao ar. Big deal. Não me retira a snobeira. E no caso do Benfica actual, até acho que a decisão de jogos por moeda ao ar aumentaria as suas hipóteses de vitória em cinquenta por cento.
quarta-feira, fevereiro 20, 2008
Do que é realmente importante:

BRIOOOOOOOSAAAAAA!
(onde se pode confirmar que a Académica é provavelmente o único clube português a ter sido eliminado de uma competição europeia por moeda ao ar. As outras agremiações mais jovens que nos perdoem, mas não somos snobs por acaso)

BRIOOOOOOOSAAAAAA!
(onde se pode confirmar que a Académica é provavelmente o único clube português a ter sido eliminado de uma competição europeia por moeda ao ar. As outras agremiações mais jovens que nos perdoem, mas não somos snobs por acaso)
segunda-feira, fevereiro 18, 2008
Dos arquivos do Tradução Simultânea:
"DO AUTOR DESTE BLOGUE COMO UM SUPERFICIAL Gosto de ler palavras que mostram burilação, polimento sem o mostrarem. Gosto de ler quem sabe escrever o indizível, ou o que fica por dizer. Gosto enfim, de «depuração» na escrita. Mas quase sempre prefiro ver uma mulher com um vestido bem escolhido."
(Junho de 2005)
"DO AUTOR DESTE BLOGUE COMO UM SUPERFICIAL Gosto de ler palavras que mostram burilação, polimento sem o mostrarem. Gosto de ler quem sabe escrever o indizível, ou o que fica por dizer. Gosto enfim, de «depuração» na escrita. Mas quase sempre prefiro ver uma mulher com um vestido bem escolhido."
(Junho de 2005)

