terça-feira, fevereiro 26, 2008

Párem as máquinas:

A&E

Seventh Tree, Goldfrapp. Grande disco.

segunda-feira, fevereiro 25, 2008

"I wish I was James Bond, just for the day"

James Bond, Scouting For Girls

Os óscares, e os filmes, e os actores e actrizes e as mensagens e os argumentos mais ou menos bilhantes...Mas no fim do dia, é isto que fica.

sexta-feira, fevereiro 22, 2008

Em modo repeat, pelo menos até me fartar
Elvis Ain't Dead, Scouting For Girls

«I wish he was gay!». Pop, pop do melhor e à descarada. Puro prazer.
Eu tinha escrito «provavelmente»
no post mesmo aqui em baixo. Mas já lá cantava o outro, «there's always someone, somewhere, with a big nose who knows» e a coisa correu-me mal. Neste caso foi o meu bom amigo Diogo aka o Torgal que resolveu estragar a festa. Leia-se:

«Na saudosa época de 1969/70, quando ainda mandávamos nesta porra toda, 'uma moeda ao ar decidiu a favor do Celtic, no Estádio da Luz, a passagem à segunda eliminatória da Taça dos Clubes Campeões Europeus. Golos de Tommy Gemmell, Willie Wallace e Harry Hood deram expressão ao triunfo de 3-0 do Celtic na primeira mão, em Glasgow, mas o Benfica ganhou em Lisboa pelo mesmo resultado, com golos de Eusébio (=Deus), Jaime Graça e Diamantino Costa. A moeda ao ar colocou o Celtic na fase seguinte da prova, onde o clube escocês chegaria à final, perdida depois perante o Feyenoord, por 2-1'».

É evidente que se trata de um pobre diabo benfiquista, e só por esse facto merece simpatia. A época referida foi particularmente maçadora para a Académica, que depois de uma final da Taça perdida para a Luz perdeu o campeonato para Eusébio, ficando em segundo lugar. (Estou a falar de cor, se houver alguém para me corrigir melhor).
E pronto, afinal há dois clubes que foram eliminados por moeda ao ar. Big deal. Não me retira a snobeira. E no caso do Benfica actual, até acho que a decisão de jogos por moeda ao ar aumentaria as suas hipóteses de vitória em cinquenta por cento.

quarta-feira, fevereiro 20, 2008

Do que é realmente importante:


BRIOOOOOOOSAAAAAA!


(onde se pode confirmar que a Académica é provavelmente o único clube português a ter sido eliminado de uma competição europeia por moeda ao ar. As outras agremiações mais jovens que nos perdoem, mas não somos snobs por acaso)
A aparição, este ano, é mais cedo.
Dois dias: The National na Aula Magna, 11 de Maio de 2008.

(ainda acabo a acreditar no Barack Sócrates: yes we can)

segunda-feira, fevereiro 18, 2008

Mas quais Kosovo, quais cheias
O que aconteceu de relevante este Domingo foi isto:

Dos arquivos do Tradução Simultânea:

"DO AUTOR DESTE BLOGUE COMO UM SUPERFICIAL Gosto de ler palavras que mostram burilação, polimento sem o mostrarem. Gosto de ler quem sabe escrever o indizível, ou o que fica por dizer. Gosto enfim, de «depuração» na escrita. Mas quase sempre prefiro ver uma mulher com um vestido bem escolhido."
(Junho de 2005)
Um homem, uma verdade.

Cash, God's gonna Cut You Down.




(e como passatempo de bónus, sempre podem ir identificando o all-star cast do vídeo. De nada)

sexta-feira, fevereiro 15, 2008

To whom it may concern:
Living by numbers

O 2/14 é o 9/11 do romance.

quarta-feira, fevereiro 13, 2008

O autor do blogue antecipa a efeméride do «Dia dos Namorados», data que lhe é tão querida e tão portuguesa:

segunda-feira, fevereiro 11, 2008

Apoio incondicional, 2
Apoio incondicional, 1
Caso não tenham percebido a piada elaboradíssima do Nespresso do post abaixo, mais uma vez declaro com toda a relevância e solenidade que deve neste momento por a América a tremer: este é o homem. John McCain, Republicano, conservador e patriota, o único capaz de suster o impeto ignorante dos fanáticos religiosos de direita e ao mesmo tempo compreender por direito próprio o que diabo aocnteceu no Iraque. Eu sei que estou a ser simplista, mas não sou o Andrew Sullivan e neste blogue, como se sabe, procrastina-se. Este é o ano de McCain. Não vejo como a América poderá escolher um dos candidatos democratas. um, cujo discurso oscila entre uns aforismos a la kennedy e um livro de auto-ajuda; outra cuja ambição se confunde com rancor e ausencia de programa. E fica dito, sim?

McCain, circa 1974

domingo, fevereiro 10, 2008

"Sonhos que sonhei, onde estão?"

Provavelmente o maior standard da música nacional: grande letra, formato de canção clássico (com verse de introdução, à americana), uma dupla de autores com entendimento perfeito - Nóbrega e Sousa e Jerónimo Bragança. É também das mais bonitas formas de melancolia portuguesa que conheço.

quarta-feira, fevereiro 06, 2008

Eu que não me comovo por tudo e por nada
e muito menos com um disco do Vitorino com poemas do Lobo Antunes, devo dizer que fiquei com a lagrimita no olho com este post do maradona. Primeiro porque pela primeira vez analisa tudo correctamente, faz a analogia perfeita e não rapa de nenhum analista do país que ele gosta de infernizar. A sua comparação Ronaldo/Rooney é tão válida para aqui como para o CAN, ganhe quem ganhar. Está tudo tão perfeito que morri de inveja. Mas a cereja no topo do bolo está, paradoxalmente, aqui em baixo: o video que eu podia ter descoberto mas não fui capaz, colocou-o ele. E dedicou-me. É destas coisas que são feitos os homens a valer. Umas cervejinhas no British, à minha conta, meu amigo.
Como o Nespresso

...what else?

segunda-feira, fevereiro 04, 2008

"I have seen the future, it is murder"
Leonard Cohen: Future

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Give me back my broken night
my mirrored room, my secret life
it's lonely here,
there's no one left to torture

domingo, fevereiro 03, 2008

Domingo, chuva.


But when the melancholy fit shall fall
Sudden from heaven like a weeping cloud,
That fosters the droop-headed flowers all,
And hides the green hill in an April shroud;
Then glut thy sorrow on a morning rose,
Or on the rainbow of the salt sand-wave,
Or on the wealth of globed peonies;
Or if thy mistress some rich anger shows,
Emprison her soft hand, and let her rave,
And feed deep, deep upon her peerless eyes.


Ode to melancholy, John Keats (stanza II)

terça-feira, janeiro 29, 2008

Quando a arte imita a vida

não me aborrece. Assusta-me quando imita a minha (nem sempre, felizmente).