quinta-feira, março 10, 2005
terça-feira, março 08, 2005
E O ELTON JOHN ESTÁ CHOCADO COM A QUANTIDADE DE GAYS QUE ANDAM PELA RUA Realmente, a idade e muitas drogas não perdoam.
quinta-feira, março 03, 2005
terça-feira, março 01, 2005
O EXPRESSO ERROU (É PENA...) Fui alertado com surpresa para uma notícia publicada na última edição do Expresso (não tenho link). Dizia assim:
"Nuno Miguel Guedes, ex-assessor de Paulo Portas no Ministério da Defesa, foi nomeado pelo Governo, com efeitos a partir de 1 de Fevereiro, para assessor de imprensa na Embaixada de Portugal em Paris."
Alguns amigos que comigo convivem diariamente ficaram surpreendidos com a minha extraordinária capacidade de ser assessor de um ministro, estar nesta altura em Paris e mesmo assim conseguir ir jantar no Bairro Alto com alguma regularidade. Eu já imaginava a rapaziada de Esquerda que me conhece de talheres e guardanapo, pronta a deglutir-me vivo.
Infelizmente para mim, o Expresso confundiu-me com o meu amigo Miguel Guedes, ex-jornalista da RTP e SIC (e não, não é o vocalista dos Blind Zero). Qualquer coisinha, é ele que trata. Eu continuo por cá. E sabendo como gosto dos franceses, ainda bem para Paris.
"Nuno Miguel Guedes, ex-assessor de Paulo Portas no Ministério da Defesa, foi nomeado pelo Governo, com efeitos a partir de 1 de Fevereiro, para assessor de imprensa na Embaixada de Portugal em Paris."
Alguns amigos que comigo convivem diariamente ficaram surpreendidos com a minha extraordinária capacidade de ser assessor de um ministro, estar nesta altura em Paris e mesmo assim conseguir ir jantar no Bairro Alto com alguma regularidade. Eu já imaginava a rapaziada de Esquerda que me conhece de talheres e guardanapo, pronta a deglutir-me vivo.
Infelizmente para mim, o Expresso confundiu-me com o meu amigo Miguel Guedes, ex-jornalista da RTP e SIC (e não, não é o vocalista dos Blind Zero). Qualquer coisinha, é ele que trata. Eu continuo por cá. E sabendo como gosto dos franceses, ainda bem para Paris.
sexta-feira, fevereiro 25, 2005
DECLARAÇÃO DE VOTO:

(exclua-se a filial de Miami)
Para os que partilham desta ideologia, este é o lugar. Via 7000 Nomes.

(exclua-se a filial de Miami)
Para os que partilham desta ideologia, este é o lugar. Via 7000 Nomes.
segunda-feira, fevereiro 21, 2005
sexta-feira, fevereiro 18, 2005
segunda-feira, fevereiro 14, 2005
O MASSACRE DE S.VALENTIM Devo confessar que nunca respeitei o dia 14 de Fevereiro, data marcada para ser romântico. É o equivalente em termos afectivos ao Carnaval, em que tudo acaba na quarta-feira; e com uma tradição em Portugal semelhante à do Dia De Acção de Graças. Mas mesmo assim, e subjugado pela pressão dos meus pares, cedo- mas não sem um compromisso. Leia-se até ao fim este magnífico poema atribuído a James Doherty, poeta irlandês. Está lá tudo: romantismo, ironia, ternura e humor. Mais romance do que isto e eu morro.
I?d Swear For Her
I'd swear for her,
I'd tear for her,
The Lord knows what I'd bear for her;
I'd lie for her,
I'd sigh for her,
I'd drink Lough Erne dry for her;
I'd 'cuss' for her,
Do 'muss' for her,
I'd kick up a thundering fuss for her;
I'd weep for her,
I'd leap for her,
I'd go without any sleep for her;
I'd fight for her,
I'd bite for her,
I'd walk the streets all night for her;
I'd plead for her,
I'd bleed for her,
I'd go without my 'feed' for her;
I'd shoot for her,
I'd 'boot' for her,
A rival who'd come to suit for her;
I'd kneel for her,
I'd steal for her,
Such is the love I feel for her;
I'd slide for her,
I'd ride for her,
I'd swim against wind and time for her;
I'd try for her,
I'd cry for her,
But - hang me if I'd die for her
Or any other woman !
I?d Swear For Her
I'd swear for her,
I'd tear for her,
The Lord knows what I'd bear for her;
I'd lie for her,
I'd sigh for her,
I'd drink Lough Erne dry for her;
I'd 'cuss' for her,
Do 'muss' for her,
I'd kick up a thundering fuss for her;
I'd weep for her,
I'd leap for her,
I'd go without any sleep for her;
I'd fight for her,
I'd bite for her,
I'd walk the streets all night for her;
I'd plead for her,
I'd bleed for her,
I'd go without my 'feed' for her;
I'd shoot for her,
I'd 'boot' for her,
A rival who'd come to suit for her;
I'd kneel for her,
I'd steal for her,
Such is the love I feel for her;
I'd slide for her,
I'd ride for her,
I'd swim against wind and time for her;
I'd try for her,
I'd cry for her,
But - hang me if I'd die for her
Or any other woman !
terça-feira, fevereiro 01, 2005
THE END OF THE AFFAIR Vejo com agrado que a gripe do meu excelente amigo MacGuffin proporcionou-lhe a descoberta do filme The End Of The Affair. Também eu acho o filme correctíssimo, de um classicismo sem mácula - nada no género de Jordan, mas nem por isso menor por conter essas características. Mesmo as adaptações ao romance - que é seguido com uma precisão minuciosa, ao nível da vírgula nos diálogos - são as que deveriam ser feitas, porque um livro não é - oh descoberta! - um filme. Para um velho Greeniano como eu - que conhece esse livro de cor e até assina este blogue com o nome de uma personagem de Greene - a constatação de que o Carlos gostou e analisou correctamente o filme só vem confirmar as afinidades que lhe conhecia. Mas permito-me discordar de uma sua afirmação: o triângulo amoroso não é entre marido-sarah-amante.É mais dificil, sublime e a razão de ser de todo o "diário de ódio" que é The End Of The affair. O triângulo é entre Sarah - o amante - e Deus. É essa impotência, esse ciume impossivel que carrega todo o livro.E todo o filme.
EU SEI: O TEMPO ERRADO NO LUGAR ERRADO Ou pelo menos é o que penso de mim quando leio episódios como este:
«[sobre F.H.Bradley, um dos grandes teóricos do "idealismo britânico" do príncipio do ´seculo XX, muito em voga em Oxford]And he did not think philosophy had anything to contribute to pratical life or political reform. He lived a fairly reclusive life in Oxford, never teaching, but occasionally coming out at night to shoot cats in college precincts».
Michael Oakeshott - An Introduction ,Paul Franco
«[sobre F.H.Bradley, um dos grandes teóricos do "idealismo britânico" do príncipio do ´seculo XX, muito em voga em Oxford]And he did not think philosophy had anything to contribute to pratical life or political reform. He lived a fairly reclusive life in Oxford, never teaching, but occasionally coming out at night to shoot cats in college precincts».
Michael Oakeshott - An Introduction ,Paul Franco
quinta-feira, janeiro 27, 2005
O QUE ME ANDA A TIRAR O SONO As eleições. Mentira: o Open de Austrália. Os horários são infames, mas nem por isso resisto a ver como é que um jogo pode ser elevado a obra de arte. O ténis é o desporto individual mais completo, bonito e civilizado, porque, no seu melhor, combina tudo: técnica, capacidade física, inteligência e uma espantosa blindagem psicológica. As meias-finais desta madrugada foram disso belo exemplo: o jogo Serena Williams - Maria Sharapova (que aos 17 anos está a jogar cada vez melhor e possui a resistência mental de uma veterana) decidiu-se no radiohead das jogadoras. A motivação e a força de Serena venceram justamente (embora eu torcesse pela russa) e o factor decisivo - como sempre acontece nas melhores partidas - não foi o que se viu mas o que se não viu. E para presenciar isso, que se lixem as noites em branco.
Maria Sharapova
Maria Sharapova


«What's so great about the truth ? Try lying for a change - it's the currency of the world.»

